sexta-feira, 27 de maio de 2022

Mauaense vence ECUS pela contagem mínima

No último domingo, peguei a estrada para mais uma partida de uma competição sensacional. Meu destino foi a cidade de Mauá, na Grande São Paulo, onde o Mauaense receberia o ECUS, pela quinta rodada do Campeonato Paulista da Segunda Divisão. O time da casa era o favorito pela campanha que fazia, mas o time de Suzano certamente ia querer surpreender. Vale ressaltar que o ECUS era novidade da minha lista, que agora chega a 337 clubes, além de 26 seleções nacionais. Dito isso, peguei a estrada e tomei o rumo do Pedro Benedetti.
Quando a bola rolou, o Mauaense começou atacando mais, enquanto o ECUS procurava explorar os contra-ataques. No entanto, os primeiros minutos foram de poucas ocasiões reais de gol. Depois, o jogo ficou mais equilibrado, e mais concentrado no meio de campo, com pouquíssimas ou nenhuma chance para as duas equipes. A primeira boa ocasião do jogo foi do ECUS: Guilherme Nunes saiu de dois marcadores que tentaram inclusive pará-lo com falta e fuzilou para boa defesa de Rossi.
Mauaense se defende.
Jogadores disputam a bola no meio de campo.
Seguiram-se alguns momentos de pouca emoção, e depois o Mauaense voltou a dominar as ações, e criou algumas chances de marcar. Aos 30 minutos, chance da equipe da casa em um cruzamento na área, que Robson não conseguiu dominar. Aos 34, Samuel saiu de três marcadores e chutou cruzado, mas o chute saiu fraco, e Matheus da Silva, goleiro do ECUS, defendeu sem problemas. E, aos 36, novamente o Mauaense chegou em um chute de fora da área de Willian, que obrigou Matheus da Silva a mais uma grande defesa.
Escanteio para o Mauaense.
Enquanto o Mauaense tenta chegar, um fotógrafo perdido (ou de jogos perdidos?) fotografa a cena.
Observados pelo árbitro, jogadores disputam a bola.
Aos 38 minutos, novamente Willian arriscou de longe, para defesa tranquila de Matheus da Silva, mas, no lance, o atacante do Mauaense se machucou. E, aos 41 minutos, enquanto Willian era atendido, finalmente a pressão do Mauaense resultou em bola na rede: Robson cobrou lateral e tabelou com Samuel. Em seguida, avançou pela esquerda e chutou cruzado, para balançar as redes: Mauaense 1 a 0. E foi esse o placar final da primeira etapa.
ECUS tenta avançar.
Briga pela bola no meio de campo.
ECUS tenta sair jogando.
Na segunda etapa, somente aos 14 minutos veio a primeira chance de gol: em cobrança de escanteio para o ECUS, Vinícius cabeceou forte, mas sem direção, e a bola foi para fora. Aos 17, o Mauaense respondeu com Samuel, que arriscou de longe, mas o chute saiu fraco, e foi para fora. O jogo seguiu movimentado, com as duas equipes buscando o ataque, mas criando poucas chances reais. Aos 23, após erro na saída da zaga do ECUS, Samuel teve mais uma chance para o Mauaense, mas a bola foi para fora.
Bola no alto.
Ataque do Mauaense.
Escanteio para o ECUS.
O ECUS teve uma boa chance aos 29 minutos, com finalização de Dornelles da entrada da área, nas mãos de Rossi. O Mauaense respondeu aos 34. Robson cruzou da linha de fundo, Samuel chutou em cima da zaga e, na sobra, Léo Moreno chutou para boa defesa de Matheus da Silva. Dois minutos depois, o mesmo Léo Moreno, do mesmo lugar, chutou para fora. O Mauaense foi em busca do segundo gol nos minutos finais, mas o jogo terminou mesmo com a vitória da equipe da casa pela contagem mínima.
Jogador do ECUS recebe marcação.
Cercado por dois adversários, jogador do Mauaense prende a bola.
Mauaense no ataque.
O resultado levou o Mauaense à segunda posição, com oito pontos, três a menos que o Mauá. Enquanto o ECUS, que não faz uma boa campanha e ainda foi penalizado pela escalação de jogadores irregulares na primeira rodada, tem -2 pontos. Com essa rodada, chega ao fim o primeiro turno dessa fase de classificação do campeonato paulista da Segunda Divisão.
Fim de jogo, hora de retornar à Capital Paulista, pronto para começar mais uma semana.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Nacional perde pênalti no início e cai diante do Marília

No último dia da minha passagem pela Capital Paulista, não poderia deixar de ver um jogo no sensacional estádio Nicolau Alayon, onde o Nacional, histórico dono da casa, recebeu o Marília. A equipe do interior chegou a essa partida, válida pela terceira rodada do Paulista da Série A3, em situação um pouco melhor: em dois jogos, tinha uma vitória e uma derrota. O Nacional vinha de duas derrotas, incluindo um acachapante 3 a 0 para o Comercial de Ribeirão Preto, também no Nicolau Alayon. Nenhum dos times era novidade na minha lista, mas o Marília marcou um reencontro depois de 11 anos: durante a década de 2000, o clube frequentou a Série B do Campeonato Brasileiro, assim como Gama e Brasiliense, de modo que tive diversas oportunidades de ver o clube interiorano na Capital Federal. A minha última partida do MAC tinha sido diante do Gama, em 2010, já pela Série C. Um insosso 0 a 0 no Bezerrão, em meio a uma campanha que culminaria no rebaixamento alviverde. Dito isso, cheguei 20 minutos antes do jogo à cancha nacionalina, e encontrei vários amigos, entre eles o Fernando Martinez, editor do blog que nos inspirou, o Jogos Perdidos, e maior palmeirense vivo. Também estavam lá o Sérgio Oliveira, o Luigi Vancini, o Milton Haddad e o aniversariante do dia, Ricardo Pucci.
Equipes perfiladas para a execução do Hino Nacional.
Parecia que dessa vez a sorte sorriria para o Nacional. Com apenas 29 segundos de jogo, o time teve um pênalti a seu favor. Mas Éder Paulista cobrou a penalidade no meio do gol, e Passarelli fez a defesa. No rebote, Walace chutou muito alto, para fora.
Em tarde inspirada, Passarelli defende o pênalti cobrado por Éder Paulista.
O Nacional não se abateu com o pênalti perdido, e continuou atacando. Aos sete minutos, nova chance para o time da casa: César Morais chegou pela esquerda e cruzou rasteiro para Walace, que finalizou com perigo, obrigando Passarelli a uma grande defesa. Aos 13 minutos, Gabriel Mendes achou Éder Paulista na entrada da área e fez o lançamento para o atacante, que fez um belo giro, mas finalizou na trave. Aos 28, o Nacional chegou com Gabriel Mendes, que arriscou de fora da área, e a bola saiu por pouco.
Zaga do Marília afasta o perigo.
Jogador do Nacional com a bola, observado por dois adversários.
Jogador do Marília caído, falta marcada.
O Nacional dominava completamente as ações, mas não achava o caminho do gol. E o time da casa voltou a carimbar a trave: Messias desarmou um adversário na intermediária e passou para Walace, que invadiu a área, fez uma finta em Carioca e mandou a bola no travessão. Depois disso, a defesa do Marília conseguiu conter o Nacional, embora na frente o clube do interior não conseguisse produzir nada. E o primeiro tempo terminou mesmo na igualdade sem gols.
Jogador do Nacional tenta sair de dois adversários.
Disputa de bola.
Porém, aos três minutos da segunda etapa, quando teve sua primeira chance no jogo, o Marília abriu a contagem. Orlando, que havia entrado no intervalo, cruzou alto para Warlei que, de cabeça, colocou o time visitante na frente do marcador. Aos 10 minutos, o próprio Warlei perdeu uma grande chance de ampliar: em uma falha da defesa nacionalina, ele entrou cara a cara com Felipe Lacerda, mas, ao tentar driblar o goleiro, perdeu o ângulo. Ele ainda passou atrás para Yamada, que chutou para fora. O Nacional respondeu aos 12 minutos, com Léo Machado, que emtrou pela direita e chutou para grande defesa de Passarelli.
Nacional tenta avançar: time levou gol logo no começo da segunda etapa.
Jogador do Nacional cercado por adversários.
O segundo tempo foi mais equilibrado que o primeiro, e as duas equipes criaram chances para marcar. Aos 15 minutos, Anderson Brito tabelou com Warlei, mas finalizou mal, por cima do gol, perdendo a chance de ampliar para o Marília. Aos 18 minutos, chance para o Nacional. Em cobrança de escanteio curto, Gabriel Mendes e Elvis trocaram passes, e Elvis finalizou da meia-lua, para grande defesa de Passarelli.
Jogadores disputam a bola perto do meio de campo.
Jogador do Nacional busca o cruzamento.
Nacional avança pela esquerda.
Depois disso, o Marília passou a administrar a vantagem, enquanto o Nacional parecia cansado, e nenhum dos dois times levou muito perigo. E, quando a defesa do Marília era ameaçada, o goleiro Passarelli, em tarde inspirada, se fazia presente. Aos 42 minutos, Warlei puxou um contra-ataque em velocidade, mas a finalização saiu fraca. O Nacional respondeu em um minuto. Em cobrança de escanteio, a bola sobrou para Gabriel Mendes, que, livre, chutou para fora. E o placar final foi mesmo de 1 a 0 para o Marília.
Marília no ataque.
No finalzinho, Nacional perde grande oportunidade.
O Marília quebrou o tabu de nunca ter vencido o Nacional no Nicolau Alayon, e, com seis pontos em três jogos, segue sonhando com o acesso. O Nacional afundou na lanterna, mas deixou uma boa impressão. Ainda é só o começo do campeonato, mas é sempre bom abrir o olho.
O placar do Nicolau Alayon estampa o resultado final.
Jogo encerrado, me despedi dos amigos, e voltei para arrumar as malas. No dia seguinte, pegaria o avião de volta para a Capital Federal.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

EC São Bernardo derrota Olímpia com gol no final

O ano de futebol profissional no Brasil acaba de começar, e a bola já está rolando pelos campeonatos estaduais por todo o país. Para felicidade geral da nação, na maior parte dos lugares as partidas estão sendo disputadas com público. Claro que ainda devemos tomar todos os cuidados, e temos também que nos vacinar, para que essa doença que há dois anos assola o mundo finalmente vá embora, mas ainda assim podemos ir às canchas para ver a bola rolar. E na última quarta-feira eu estive no estádio Primeiro de Maio, onde o Esporte Clube São Bernardo (aqui eu uso o nome completo para diferenciar do São Bernardo Futebol Clube, que disputa a Série A1 paulista, mas daqui em diante me referirei ao clube nesta matéria simplesmente como São Bernardo) recebeu o sensacional Olímpia, da cidade homônima no interior paulista, em partida válida pela Série A3 do Campeonato Paulista. Os dois times estrearam na competição com empate. Enquanto o Bernô foi a Matão e empatou em dois gols com a Matonense, o Galo Azul ficou no 1 a 1 com o Barreto, jogando em seus domínios. O Olímpia foi a grande novidade da minha lista, que agora conta com 327 clubes.
O temporal que caiu em São Caetano antes do jogo atrasou meus planos, e eu acabei chegando à cancha quando já haviam transcorrido seis minutos de jogo - pelo jeito não perdi muita coisa nesses seis minutos, e, felizmente, não peguei sequer uma gota de chuva no caminho. O Olímpia até teve alguns minutos jogando no ataque, mas logo o São Bernardo tomou as rédeas da partida, e passou a dominar as ações. Com 11 minutos, o Bernô teve uma boa chance. Deivinho avançou pela direita e cruzou para Bessa, que cabeceou nas mãos do goleiro. Três minutos depois, o mesmo Bessa cobrou escanteio, e Alexandre chutou para fora.
Jogador do Olímpia protege a bola.
Jogador do Olímpia com a bola.
Mais um lance de perigo a favor do Bernô aos 16 minutos, quando Bessa sofreu falta na entrada lateral da área. Na cobrança, a bola acertou caprichosamente a trave. Aos 21 minutos, Johnny viu o goleiro do Olímpia Igor Castro mal posicionado e arriscou de fora da área, mas finalizou mal, e a bola foi para fora. Quatro minutos depois, Jackson chegou pela direita e arriscou o chute. A bola desviou na zaga do Olímpia e saiu, enquanto os jogadores do Bernô pediam um toque de mão.
A cobrança de falta que acertou caprichosamente a trave.
Jogador do Bernô tenta a cabeçada.
O Olímpia melhorou no jogo, e criou uma boa chance aos 32 minutos. Ataliba invadiu a área e acabou caindo ao tentar passar por um adversário. O time pediu pênalti, mas a arbitragem mandou seguir. Aos 45, Bessa avançou pela direita e cruzou na cabeça de Jackson, que cabeceou livre, mas mandou para fora. E o primeiro tempo terminou mesmo sem bolas na rede.
Goleiro do São Bernardo com a bola.
Jogador do Olímpia recebe marcação.
A situação do Olímpia se complicou aos 11 minutos da etapa final. Índio fez uma falta dura e, como já tinha recebido o cartão amarelo cinco minutos antes, acabou convidado a se retirar. A partir daí, o Olímpia ofereceu pouco perigo, mas o São Bernardo não sabia aproveitar a vantagem numérica. A melhor chance veio aos 22 minutos, quando Iago, após cobrança de escanteio, cabeceou na trave. Um minuto depois, Deivinho cruzou para cabeçada de Jonas, que obrigou Igor Castro a uma grande defesa.
Defesa do Olímpia tira a bola.
Jogadores disputam a bola em um campo encharcado.
Mas o segundo tempo, no geral, foi bastante morno. O que poderia salvar o jogo seria alguém marcar um gol nos acréscimos. E não é que foi isso que aconteceu? Aos 49 minutos, escanteio para o São Bernardo. Após a cobrança, Diego Andrade tentou de bicicleta. A zaga tirou, mas a bola sobrou libre para Bosco, que só empurrou para o fundo das redes. Bernô 1 a 0, e só deu tempo para o Olímpia dar a saída e o juiz apitou o final do jogo.
Bola no meio de campo.
Jogador do Olímpia tenta avançar.
Com o resultado, o Galo Azul estacionou em um ponto, enquanto o Bernô soma quatro pontos. Ainda é a segunda rodada, e ainda tem jogo para acontecer. Vamos ver o que as próximas semanas nos reservam.
Fim de jogo, hora de experimentar o trânsito paulistano no horário de pico, e ir embora. Espero em breve trazer mais uma cobertura..

domingo, 26 de dezembro de 2021

Balanço de 2021

Em 2020, quando eu já me animava para ver muitos jogos na cancha durante o ano (só em fevereiro eu vi 13, meu recorde pessoal), veio a pandemia que virou o mundo de cabeça para baixo. A partir de março daquele ano, o futebol parou. Voltou alguns meses depois, mas Sua Excelência, o torcedor, teve que ficar ainda por muito tempo fora dos estádios. Eu mesmo fiquei 571 dias sem ver um jogo no local onde ele acontece. E confesso que foi uma grande felicidade pisar novamente em uma cancha, o que fiz no dia 2 de outubro, com o Goiás batendo o Vitória por 3 a 0. Pude ver apenas 8 jogos profissionais, e mais alguns da base e femininos, mas valeu pela reestreia. Fica a esperança de que as coisas continuem se normalizando em 2022, e que todos nós, amantes dos estádios, possamos voltar a ver com regularidade e sem medo as pelejas futebolísticas.
Dito isso, vamos ao balanço dos jogos vistos ao vivo (lembrando que essa primeira parte do balanço leva em conta apenas as partidas do profissional). Segue o número de partidas vistas e de gols marcados. Destaque para a excelente média de gols, que pelo segundo ano consecutivo ultrapassa a marca de três tentos por partida.
AnoJogosGolsMédia
20218283,50
Total104628552,73
Em qual cidade vi mais jogos em 2021? Depois de anos de "domínio" de Brasília e São Paulo, este ano teve uma "campeã" inusitada: Goiânia. Como não fui à capital paulista para ver jogos, e a maioria dos jogos realizados em Brasília não teve público, vi 4 partidas (50% do total) na capital goiana. Se contar todo o estado vizinho, foram 7 partidas. Eis a lista:
Cidade/EstádioJogos%Gols%Média
Goiânia450,001139,292,75
Hailé Pinheiro225,00725,003,50
Antônio Accioly112,50310,713,00
OBA112,5013,571,00
Brasília112,50621,436,00
Mané Garrincha112,50621,436,00
Guapó112,50725,007,00
Valdir C. de Queiroz112,50725,007,00
Morrinhos112,50310,713,00
João Vilela112,50310,713,00
Trindade112,5013,571,00
Abrão M. da Costa112,5013,571,00
Dois desses estádios foram novidade para mim: o João Vilela, em Morrinhos (03/10/2021), e o Valdir Cândido de Queiroz, em Guapó (17/10/2021)
Estádios onde vi jogos em 20217
Estádios onde vi jogos pela 1ª vez em 20212
Estádios onde já vi jogos92
E a lista de times que já vi ao vivo? Este ano, apenas uma novidade:
TimeEstPrimeiro jogo
1ABDGO16/10/2021
Eis a lista completa de times que vi em 2021:
TimeEstJVEDGPGCPJUJ
1GoiásGO22006102/10/202115/10/2021
2VitóriaBA10010302/10/202102/10/2021
3MorrinhosGO11002103/10/202103/10/2021
4AnapolinaGO10011203/10/202103/10/2021
5Vila NovaGO11001008/10/202108/10/2021
6RemoPA10010108/10/202108/10/2021
7BrasíliaDF11006013/10/202113/10/2021
8CeilandenseDF10010613/10/202113/10/2021
9CSAAL10011315/10/202115/10/2021
10ABDGO11001016/10/202116/10/2021
11AméricaGO10010116/10/202116/10/2021
12EvangélicaGO11006117/10/202117/10/2021
13Monte CristoGO10011617/10/202117/10/2021
14AtléticoGO11002117/10/202117/10/2021
15AtléticoMG10011217/10/202117/10/2021
Contabilizando, temos:
Clubes que vi ao vivo em 2021:15
Clubes que vi ao vivo pela 1ª vez em 2021:1
Clubes que já vi ao vivo:326
- Brasileiros:270
- Estrangeiros:56
Todos os 8 jogos profissionais que vi em 2021 se realizaram no mesmo mês: Outubro. Os dias da semana em que vi jogos são os seguintes:
Dia da semanaJogos%
Domingo337,50
Segunda-feira00,00
Terça-feira00,00
Quarta-feira112,50
Quinta-feira00,00
Sexta-feira225,00
Sábado225,00
Foram essas as competições pelas quais vi a bola rolar:
CompetiçãoJogos%Gols%Média
Campeonato Brasileiro - Série B337,50828,572,67
Campeonato Goiano - Série C225,00828,574,00
Campeonato Brasiliense - Série B112,50621,436,00
Campeonato Goiano - Série B112,50310,713,00
Campeonato Brasileiro112,50310,713,00
Quantas vezes eu vi cada placar? Eis a lista:
PlacarOcorrências%
2 x 1225,00
1 x 0225,00
3 x 0112,50
6 x 0112,50
3 x 1112,50
6 x 1112,50
Soma e diferença de gols por jogo:
GolsSoma%Diferença%
000,0000,00
1225,00450,00
200,00112,50
3337,50112,50
4112,5000,00
500,00112,50
6112,50112,50
7112,5000,00
Voltar para a cancha foi uma felicidade enorme, mas passamos por um ano de muitas dificuldades e desafios. Resta a esperança de que no novo ano as coisas vão se resolver de vez, e voltaremos de vez aos jogos e à nossa vida normal. Grande abraço aos amigos, e até 2022.
Adendo: Jogos não profissionais vistos em 2021:
Real Brasília-DF 3x0 Cresspom-DF
Data: 09/10/2021
Local: Defelê (Brasília)
Competição: Campeonato Brasiliense
Categoria: Feminino Adulto
Vila Nova-GO 9x1 Atletas de Jesus-GO
Data: 17/10/2021
Local: CT do Vila Nova (Goiânia)
Competição: Campeonato Goiano
Categoria: Feminino Adulto
Bela Vista-GO 1x2 Atlético-GO
Data: 18/10/2021
Local: Geraldo Felipe (Bela Vista de Goiás)
Competição: Campeonato Goiano
Categoria: Sub-15
Canedense-GO 0x1 Itaberaí-GO
Data: 18/10/2021
Local: Plínio José de Souza (Senador Canedo)
Competição: Campeonato Goiano - 2ª Divisão
Categoria: Sub-20
Samambaia-DF 0x5 Brasília-DF
Data: 30/10/2021
Local: Juliosbol (Brasília)
Competição: Campeonato Brasiliense
Categoria: Sub-15
Aruc/Fúrias-DF 0x15 Minas-DF
Data: 20/11/2021
Local: Abadião (Brasília)
Competição: Campeonato Brasiliense
Categoria: Feminino Adulto

domingo, 31 de outubro de 2021

Pelo sub-15, Brasília goleia Samambaia

O Campeonato Brasiliense sub-15 chegou à sua última rodada no último fim de semana, e Samambaia e Brasília se enfrentaram no último sábado em situações distintas. Para o Samambaia, o jogo era mero cumprimento de tabela, uma vez que o clube não tinha como chegar entre os quatro primeiros colocados do Grupo B da competição, e já estava, portanto, eliminado. O Brasília já tinha sua vaga nas quartas-de-final garantida, mas queria confirmar o segundo lugar do grupo, já que ultrapassar o líder Gama exigiria uma quase impossível vitória por 12 gols de diferença. A partida foi realizada no campo do Juliosbol, um campo de futebol numa área rural no caminho de Brazlândia, e o clima era surreal: os expectadores viam a partida da linha lateral ou da linha de fundo do campo, sem alambrado, sem nada. Algo sensacional, e impensável em grandes jogos. Quando cheguei ao local, estava rolando o jogo das mesmas equipes pelo sub-17, em partida que terminou com dois gols para cada lado. Encerrada a preliminar, as duas equipes sub-15 se aqueceram e a bola rolou.
No primeiro tempo, o jogo foi surpreendentemente equilibrado. Embora as duas equipes criassem poucas chances, o Samambaia conseguia se defender bem, e às vezes até levava algum perigo. No entanto, as redes só balançaram uma vez. Aos 14 minutos, após cobrança de Escanteio, Ícaro Melo, de cabeça, colocou o Brasília na frente.
Alguns lances da primeira etapa.
Conforme o primeiro tempo se aproximava do final (vale lembrar que, nessa categoria, cada tempo dura 35 minutos), era possível ver ao longe a chuva chegando. A previsão era de que o segundo tempo fosse disputado debaixo de muita água. O primeiro tempo encerrou mesmo com a vantagem mínima do Colorado.
Após um primeiro tempo equilibrado, o Brasília saiu com a vantagem mínima
Com o segundo tempo, veio a chuva, e corri para o meu carro para me proteger. E fiquei vendo o jogo do meu carro (sim, é isso mesmo!). Dentro de campo, não se viu nada do equilíbrio da primeira etapa, e o Brasília (que atacava para o lado oposto de onde estava o meu carro) dominou completamente as ações, e chegou facilmente a uma goleada. Lucas Couto, aos 13 minutos, e Marco Túlio, aos 15, aumentaram a vantagem do Brasília. Aos 26, o mesmo Lucas Couto marcou mais um. E, aos 33, Wender fechou a goleada. Samambaia 0x5 Brasília.
Na segunda etapa, o Brasília tenta avançar.
Vi a maior parte do segundo tempo do meu carro. E muita gente teve a mesma ideia.
Com o resultado (e vale dizer que a chuva veio bem mais fraca do que se anunciava), o Brasília terminou na segunda colocação do grupo, com os mesmos 14 pontos do Gama, mas com um saldo inferior (11x18). Maringá e Luziânia completaram o quarteto de classificados. Brazlândia e Ceilandense (que se enfrentariam na manhã de domingo) e Samambaia se despediram da competição.
Encerrada a partida, voltei para casa, para comer a pizza do jantar de sábado, e para o merecido descanso.