domingo, 24 de agosto de 2014

Brasiliense bate Etiópia em amistoso insólito

E a última quarta-feira registrou um confronto inusitado no Estádio Serejão. De um lado, o Brasiliense, time que vem fazendo uma grande campanha no Brasileiro da Série D, e do outro, ninguém menos que a seleção da Etiópia, que está no Brasil se preparando para as eliminatórias da Copa Africana de Nações. A partida era a 197ª que eu via no estádio de Taguatinga, e poderia ser a do meu 2.000º gol visto ao vivo, sendo necessário para isso que as redes balançassem por pelo menos cinco vezes. Além disso, foi a primeira vez que vi um confronto entre um clube e uma seleção, e os etíopes entrariam para a minha lista como a 19ª seleção nacional, sendo a quinta africana. Aliás, este ano tive a oportunidade de incluir quatro seleções africanas na minha lista: Costa do Marfim, Camarões e Gana, além da Etiópia. Além disso, revi a Nigéria, única africana que eu havia visto até 2013. Assim sendo, fui para o Serejão, e vi mais essa partida.

Há pouco a se falar do primeiro tempo. O jogo foi muito fraco na sua primeira metade. Somente aos 21 minutos foi dado o primeiro chute em gol da partida, quando o Brasiliense quase marcou, em uma bola que saiu por pouco. Dois minutos depois, porém, o Brasiliense fez 1 a 0: Gilvam, de cabeça, abriu a contagem.

Brasiliense com a bola no meio de campo.

O gol não foi suficiente para mudar a cara do jogo, e as duas equipes continuaram não produzindo praticamente nada. Somente aos 34 minutos o Jacaré teve uma chance, que acabou desperdiçando. Aos 38 a Etiópia teve uma chance, e a bola saiu à esquerda. E, aos 39, veio o segundo gol, com Ângelo.

Etíopes tentam chegar.

E, apesar de algumas tentativas isoladas, os dois times não balançaram mais as redes na primeira etapa, e o Jacaré acabou indo para o intervalo vencendo por 2 a 0.

O segundo tempo começou com a Etiópia melhor, mas o domínio era meramente territorial, sem grandes chances de gol. Aos oito minutos, porém, Gilvam perdeu um gol feito para o Brasiliense, em contra-ataque.

Momento de um segundo tempo sonolento.

Depois que os etíopes diminuíram o ritmo, o jogo voltou a ser o que era: um jogo frio, em que nenhuma das equipes conseguia produzir nada. E, fora um ou outro lance isolado, mais nada aconteceu, e o jogo terminou mesmo com o Jacaré vencendo por 2 a 0.

Mais um flash da segunda etapa.

Em síntese, foi uma partida fraca, em que os momentos de emoção foram casos totalmente isolados. O pequeno público que compareceu ao Serejão presenciou um espetáculo de pouca qualidade. Valeu pela rara ocasião de ver, ao vivo, a seleção da Etiópia, e de presenciar mais uma partida na Capital Federal.

O placar do Serejão registra o resultado final de um jogo insólito.

Fim de jogo, peguei o caminho de casa, para, mais uma vez, me preparar para mais um dia que viria.

sábado, 9 de agosto de 2014

Bandeirante e Paranoá ficam no zero

E, no último sábado, teve início uma das competições preferidas do Campo de Terra: a Segunda Divisão candanga. O campeonato deveria ter começado na semana passada, porém uma "debandada" de diversas equipes adiou o início da competição, e a reduziu a apenas seis clubes: Bandeirante, Paranoá, Samambaia, Cruzeiro, Botafogo-DF e Guará. E justamente Bandeirante e Paranoá abriram, na manhã de sábado, a competição, no Bezerrão. As duas equipes, que foram bastante competitivas no início dos anos 2000, estão longe de seus melhores momentos, e tentam resgatar o passado. Por ora, as chances das equipes são uma total incógnita, visto que a bola ainda nem rolou, e as equipes ainda estão há pelo menos dez meses sem atuar - coisas do "organizadíssimo" calendário do futebol brasileiro. Sem perder tempo, peguei a estrada e fui para o Gama curtir esse grande jogo.

O jogo começou fraco, sem que as duas equipes conseguissem produzir alguma coisa. O Paranoá tinha um pouco mais de posse de bola, mas era uma posse inócua, improdutiva.

Jogadores disputam a bola.

O jogo seguiu nessa mesma toada durante todo o primeiro tempo. Os times criavam alguma coisa em lampejos individuais, mas não passava disso. Aos 37 minutos, o Paranoá teve um jogador expulso, após fazer falta próxima à área, interrompendo um perigoso contra-ataque do Bandeirante.

Marcação forte.

Depois do lance, os dois times até tentaram abrir o jogo, mas logo o ritmo voltou ao normal. E, no apito final, Bandeirante e Paranoá não haviam balançado as redes.

Jogada pela lateral.

O segundo tempo também começou devagar, com as duas equipes produzindo pouco. Somente aos 20 minutos veio o primeiro chute em gol do segundo tempo, a favor do Bandeirante. E aos 23 o Paranoá ainda teve mais uma expulsão, deixando o time com dois a menos.

Três jogadores para uma bola.

Mesmo com dois a mais, o Bandeirante não conseguia se impor, e não mostrava pontaria na frente do gol. Aos 29, o Bandeirante chegou a mandar uma bola na trave. Aos 32, foi a vez de o Paranoá perder um gol incrível, com dois jogadores de frente para o goleiro.

Paranoá com a bola.

Mesmo em desvantagem numérica, o Paranoá pressionou no final do jogo. Mas a partida terminou mesmo sem que as equipes conseguissem tirar o zero do marcador.

Com o resultado, as duas equipes largaram com apenas um ponto na Segundona local. O jogo foi fraco, e tanto Paranoá quanto Bandeirante não conseguiram produzir nada que levasse emoção ao público. Pior ainda para o Bandeirante, que, mesmo com dois jogadores a mais, não conseguiu furar a defesa da Sucuri.

Encerrado o jogo, fui ao Gama Shopping almoçar, e em seguida voltar para casa.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Palmeiras vence Fiorentina e empata a Copa Euroamericana

A última quarta-feira me reservou mais um amistoso internacional interclubes, coisa tão rara no País hoje em dia. No Pacaembu, se enfrentaram Palmeiras e Fiorentina. A partida valia pela Copa Euroamericana, competição que colocava frente a frente times das América e da Europa, e que teria como campeão um continente, não um clube. Para mim, além da chance de ver um jogo desses ao vivo, tive a chance de colocar a "Squadra Viola" na minha lista, tornando-se esta a 231ª equipe da lista de equipes que vi in loco, sendo a 5ª italiana e 18ª estrangeira. Depois de uma boa conversa com os amigos Fernando Martinez, Luiz Gustavo Folego e Renato Rocha, fui para as cadeiras do Pacaembu para curtir esse grande jogo.

Equipes perfiladas para a execução dos Hinos Nacionais.

O jogo começou com as duas equipes arriscando pouco. A equipe de Florença parecia um pouco mais consciente quando tinha a posse de bola, mas criava poucas chances e desperdiçava as que criava.

No entanto, aos 13 minutos o Palmeiras abriu a conta, com Victor Luis, que acertou um belo chute de longe, fazendo Palmeiras 1 a 0.

Depois do gol, o Palmeiras, por alguns instantes, teve mais posse de bola no campo de ataque, mas tinha dificuldade em converter essa posse de bola em chances de gol. A Fiorentina era mais perigosa quando atacava, principalmente porque a marcação palmeirense na área era sofrível. E aos 35 minutos, quando a Fiorentina era melhor no jogo, o Palmeiras chegou ao segundo gol, com Leandro.

No primeiro tempo, Palmeiras tenta partir do campo de defesa.

E foi esse mesmo o placar do primeiro tempo. Pouca coisa aconteceu antes do apito final do árbitro.

O segundo tempo começou com o Palmeiras gastando o tempo e a Fiorentina tentando atacar, mas não conseguindo produzir. Aos 19 minutos a equipe de Florença teve uma boa chance em um contra-ataque, e acabou carimbando a trave. Em outro contra-ataque, aos 27 minutos, a Fiorentina diminuiu, com Rossi.

Já no segundo tempo, Fiorentina no ataque.

O time italiano foi em busca do empate, e passou a pressionar o Palmeiras. Embora o time da casa tenha melhorado a marcação, ainda cometia algumas falhas, que permitiam aos visitantes chegar com perigo. Mas as redes não balançaram mais, e o Palmeiras terminou o jogo vencendo por 2 a 1.

O Palmeiras, com esse resultado, ganhou o Troféu Julinho Botelho, que homenageava o jogador, que se destacou nas duas equipes, e empatou em 4x4 o confronto América x Europa. O desempate se dará no Peru, no jogo entre o Universitario e a própria Fiorentina.

Fim de jogo, retornei ao hotel, para uma merecida noite de descanso, antes de pegar o avião e retornar à Capital Federal na quinta-feira.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Brasiliense goleia Estrela do Norte e mantém liderança

No último domingo, quando o frio pegou a Capital Federal de surpresa, enfrentei o clima nada convidativo e voltei ao Serejão para curtir mais um jogo, fazer mais uma cobertura e, de quebra, colocar mais um time na lista. Brasiliense e Estrela do Norte, time da cidade de Cachoeiro do Itapemirim e atual campeão capixaba, se enfrentaram pela Quarta Divisão do Brasileiro. Com o time da terra de Roberto Carlos, minha lista pessoal chegou a 230 clubes e 18 seleções. Os capixabas estreavam na competição, enquanto o Jacaré havia vencido o Villa Nova em pleno Castor Cifuentes em sua estreia. Jogo essencial para o time da casa manter a boa fase, e os visitantes arrancarem bem na competição.

O Brasiliense começou melhor no jogo e, aos três minutos, o time já abriu a contagem. Dedé chutou cruzado e fez 1 a 0 Jacaré. Aberta a contagem, o time da casa continuou melhor no jogo, mas o ritmo não chegava a ser avassalador. O Estrela, quando atacava, levava pouco perigo.

Jogador do Brasiliense recebe marcação.

Com o tempo, o Brasiliense diminuiu o ímpeto, e o jogo foi ficando mais equilibrado. Mas as chances de gol eram raras para ambos os lados, e os atacantes as desperdiçavam.

Jacaré no ataque, mas a zaga chega antes.

No final, o time capixaba até teve alguns momentos de melhor futebol, mas pouco conseguia produzir. E o primeiro tempo terminou mesmo com o Jacaré vencendo por 1 a 0.

Estrela com a bola.

O segundo tempo começou na mesma toada. Porém, o Brasiliense acabou chegando ao segundo gol. Aos 10 minutos, Rodrigo cobrou pênalti e aumentou a diferença para 2 a 0.

De pênalti veio o segundo gol.

O gol animou o Jacaré, que passou a criar boas chances de marcar o terceiro. E aos 20 minutos veio o terceiro gol, novamente de pênalti. Baiano cobrou e o goleiro foi na bola, mas ela acabou entrando. Jacaré 3 a 0. E depois disso, o jogo voltou ao mesmo ritmo, com as equipes pouco conseguindo fazer. E o placar final foi mesmo de 3 a 0 para o Brasiliense.


Momentos diversos do segundo tempo.

Assim, o Jacaré manteve os 100% de aproveitamento e a liderança do grupo, com seis pontos. O Estrela, embora com um jogo a menos, ainda não pontuou, e buscará a recuperação em casa, diante da Anapolina. No geral, uma boa partida do Brasiliense, enquanto o Estrela teve alguns lampejos em que parecia que ia complicar o jogo, mas acabou derrotado.

Final de jogo, hora de descansar para a semana que estava por começar.

domingo, 20 de julho de 2014

Tombense derrota Luziânia fora de casa

E, no último final de semana, teve início o Campeonato Brasileiro da Série D. A competição que sempre rendeu boas coberturas ao Campo de Terra - e sempre foi uma importante fonte de novos clubes para a minha lista pessoal - está de volta, e, no último domingo, meu destino foi a cidade de Luziânia, no Estado de Goiás. Nessa cidade, fui ver o jogo entre o Luziânia - que, apesár de ser de Goiás, disputa o campeonato de Brasília e é seu atual campeão - e o Tombense, da cidade de Tombos, sétimo colocado do Campeonato Mineiro deste ano, e 229º integrante da minha lista pessoal, sendo o 12º time mineiro dessa lista. Jogo imperdível, e, após algumas horas de estrada, cheguei a Luziânia, para mais essa partida.

O jogo começou com o Tombense atacando mais. O Luziânia não demorou para conseguir equilibrar, mas as duas equipes pouco criavam. Aos 14 minutos, o Luziânia perdeu um gol feito.


Momentos do primeiro tempo.

No geral, o jogo era bastante fraco, e os dois times não conseguiam criar praticamente nada. O time mineiro era ligeiramente superior, mas nada que mudasse a sorte do jogo. E as duas equipes foram para os vestiários com o zero dos dois lados do placar.

Tombense com a bola.

Ainda com um minuto do segundo tempo, porém, as redes balançaram. Mateus acertou um belo chute cruzado de longe e fez 1 a 0 para o Tombense.

Tombense no ataque.

O gol deu esperanças de que o jogo ia melhorar, mas não foi isso que aconteceu. O jogo continuou fraco, com o time mineiro um pouco melhor, e mais próximo do segundo gol do que o Luziânia. O time goiano tentava na base do chutão para a frente, e seus atacantes foram pegos em impedimento várias vezes.

Luziânia com a bola: time pouco criou.

E terminou mesmo com o Tombense vencendo por 1 a 0. Os mineiros, com esse resultado, dividem a liderança com o Operário de Várzea Grande, que bateu o Goianésia fora de casa por 2 a 0. Os goianos Luziânia e Goianésia têm uma derrota cada, e o Grêmio Barueri ainda não estreou. No geral, Luziânia e Tombense fizeram um jogo fraco, em que o time mineiro, por ter um pouco mais de padrão de jogo (mas apenas um pouco mais), saiu com a vitória. Ainda é apenas a primeira rodada, mas ambos terão que mudar muito se tiverem alguma aspiração na competição.

Ainda o segundo tempo do jogo.

Fim de jogo, peguei a estrada de volta à Capital Federal, para o merecido descanso.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Balanço da Copa

Após um mês, é chegada a hora de se despedir da Copa do Mundo. Devo dizer que nunca achei que algum dia fosse ver um jogo de Copa do Mundo ao vivo e, a bem da verdade, nunca coloquei isso como meu grande projeto de vida. Mas, uma vez que a Copa veio ao Brasil, não pude deixar a oportunidade escapar, sabia que me arrependeria se assim o fizesse.

Ir aos estádios para os jogos da Copa foi uma experiência única. Tive a oportunidade de ver gente do mundo todo em minha cidade por conta da competição, e recebi muitos amigos e familiares em minha casa para ver as partidas do Mundial. No total fui ao Mané Garrincha por sete vezes - não vi jogos da Copa em outras cidades. Além disso, no mesmo contexto, vi três jogos da Copa das Confederações e dois amistosos no ano passado, totalizando 12 visitas a diversos estádios brasileiros. Infelizmente, o "crime" de realizar o amistoso entre Irã e Trinidad e Tobago com portões fechados me impediu de ver mais uma partida.

De toda forma, uma experiência que vou lembrar pelo resto da vida. Dificilmente haverá outra Copa no Brasil enquanto eu estiver vivo, de modo que valeu ter vivido ao máximo esses dias. Agradeço a cada um que esteve comigo nesse mês de Copa. Daqui em diante, voltam os jogos do "campo de terra", que eu adoro - domingo que vem já teremos uma cobertura. Já estou ansioso para voltar para "casa", depois desse mês em um mundo totalmente diferente.

Alguns números para completar:

Jogos da Copa: 7
Gols: 20 (média de 2,86 gols por jogo)
Seleções para a lista: Suíça, Colômbia, Costa do Marfim, Camarões, Gana, Argentina, Bélgica e Holanda (total atual: 18 seleções)
Seleções revistas: Equador, Brasil, Portugal, França e Nigéria

Jogos de competições Fifa vistos em 2013 e 2014: 10
Gols: 33 (média de 3,30 gols por jogo)

Jogos de competições Fifa e amistosos de seleções vistos em 2013 e 2014: 12
Gols: 40 (média de 3,33 gols por jogo)

Links:


Com esse pequeno balanço, o Campo de Terra se despede da Copa. Espero ter feito uma boa cobertura dos jogos que vi ao vivo. Daqui em diante, volta a nossa programação normal. Meus agradecimentos a quem esteve comigo durante esses jogos - e sei que corro o risco de cometer alguma injustiça e esquecer alguém: meus pais, Sônia e Ronaldo, minha irmã, Fernanda, minha sobrinha, Rosa, o amigo candango Lúcio, os amigos Fernando e Estevan, do Jogos Perdidos, os primos Jonas, Luciano e Carlos, o amigo mauaense Luiz Gustavo e tantos outros que encontrei pelos estádios. Grande abraço a todos.

domingo, 13 de julho de 2014

CdT na Copa - Parte 7: Holanda derrota Brasil e é terceira colocada

A participação do Campo de Terra na Copa do Mundo chega ao fim, com a partida mais melancólica de qualquer Copa: a decisão do terceiro lugar. As duas equipes que são eliminadas nas semifinais, a cada quatro anos, têm a chance de disputar essa partida de "consolação". Dessa vez, Brasil e Holanda se enfrentaram no Mané Garrincha, pela terceira posição da Copa. Se já não é agradável disputar essa partida, certamente foi pior ainda para a seleção brasileira, que foi eliminada de forma vergonhosa pela Alemanha, goleada por 7 a 1. A seleção holandesa, 18ª da minha lista de seleções vistas ao vivo, saiu de forma mais honrosa, sendo eliminada pela Argentina nos pênaltis. Com o ingresso na mão, e junto com o Fernando, do excelente blog Jogos Perdidos, a Vânia, sua esposa, os primos Luciano e Carlos, meus pais e minha irmã, fui ao Mané Garrincha na maior caravana em que já fui a um estádio para me despedir da Copa do Mundo.

Escaldados com a goleada sofrida pela Alemanha, os torcedores já começaram a ficar procupados já no segundo minuto de jogo. Robben sofreu pênalti, cometido por Thiago Silva. Van Persie cobrou bem a penalidade, e não deu chances para Júlio César. Assim, com apenas dois minutos de jogo, a Holanda fez 1 a 0.
Brasil tem a bola no campo de ataque: pouco perigo.

O desnível técnico entre os dois times era visível durante todo o jogo. O Brasil até tentava atacar, mas mostrava pouca intimidade com a bola quando estava na área adversária, e a defesa holandesa pouco problema tinha para afastar o perigo. A Holanda tocava muito melhor a bola, e muitas vezes criava chances de aumentar a diferença.

E veio o segundo tento holandês: Blind, da marca do pênalti, chutou alta, sem chances para Júlio César, aumentando a diferença no marcador. Depois disso, os holandeses puxaram o freio de mão, mas o jogo continuou na mesma toada: sem qualidade, o Brasil pouco conseguia produzir, e os holandeses, mesmo sem ousar, corriam pouquíssimos riscos. E as equipes foram para os vestiários com a Holanda na frente por 2 a 0.

Disputa pela bola.

O segundo tempo não começou muito diferente: o Brasil tinha posse de bola, mas não sabia o que fazer com ela. Os holandeses, tranquilos, continuavam administrando o resultado, sem fazer grande esforço. A torcida brasileira ainda reclamou de dois supostos pênaltis não marcados pela arbitragem.

Brasil ainda tenta no segundo tempo.

Já nos acréscimos da segunda etapa, Wijnaldum fechou o caixão, ao acertar o canto de Júlio César e marcar o terceiro gol holandês. Final de jogo, vitória da Holanda sobre o Brasil, por 3 a 0.

Briga dura pela bola.

Na matemática simples da segunda fase da Copa, a Holanda ficou com o terceiro lugar, e o Brasil, com o quarto. Seguiu-se a cerimônia de premiação da Holanda, que eu, por estar de lado oposto do campo, acabei não fotografando. A seleção brasileira foi para os vestiários sob vaias.

Fim de jogo, e fim de Copa do Mundo para o Campo de Terra. Em breve, farei um balanço desses dias em que troquei os "campos de terra" pela nada "perdida" Copa do Mundo - que hoje teve a Alemanha como sua merecida campeã, e a Argentina como vice-campeã. Assim, após um jantar na sempre ótima pizzaria Babbo Giovanni com toda a "caravana", com muita conversa sobre a Copa, voltei a meu lar para o merecido descanso.

sábado, 5 de julho de 2014

CdT na Copa - Parte 6: com gol no início, Argentina elimina Bélgica

E a Copa do Mundo vai chegando ao fim. Com apenas seis equipes ainda na briga pelo título de campeã mundial, o Mané Garrincha recebeu, no último sábado, no ingrato horário das 13 horas, mais um confronto eliminatório. Argentina e Bélgica se enfrentaram para ver qual das duas permaneceria na briga pela taça. Ambas chegaram a essa fase com campanhas perfeitas (4 vitórias em 4 jogos), e, de um lado, a Argentina, cotada como favorita desde o início da Copa, e do outro, a Bélgica, sempre indicada como possível surpresa, buscavam ratificar suas condições. Com as duas, a minha lista de seleções vistas ao vivo chega a 17 equipes - algo inimaginável há poucos meses, quando eu só tinha quatro seleções na minha lista pessoal. Assim, esperando um grande jogo, fui ao Mané Garrincha. Caminhando por lá, ainda encontrei o amigo Marçal, do saudoso FutBrasil, um dos melhores sites sobre futebol do fim dos anos 90 e começo dos anos 2000. Depois de conversar com ele, voltei a meu lugar e fui curtir o jogo.

Parte de trás das famosas placas de publicidade: o bônus de ficar na fileira B.

A Argentina começou melhor no jogo, criando boas oportunidades. E demorou apenas sete minutos para sair o gol dos argentinos: Higuain acertou um belo chute da grande área para colocar os sulamericanos em vantagem.

Briga pela bola no campo de ataque da Argentina.

Os belgas até ensaiaram uma reação depois de sofrer o gol, mas pouco conseguiam produzir. A Argentina, embora em um ritmo mais lento, ainda era melhor, e seus ataques eram mais perigosos. Um lance marcante aconteceu aos 21 minutos, quando Di Maria tentou um passe de letra para Higuain, mas acabou errando a jogada.

Bola na área: belgas tentam chegar.

Por volta dos 30 minutos, Di Maria teve que ser substituído, por contusão. Depois disso, somente aos 38 minutos voltou a acontecer algo de interessante. E foi a marca do craque: Messi fez uma bela jogada, e sofreu falta na entrada da área. Ele mesmo cobrou e, por muito pouco, não aumentou a diferença. Depois disso, apenas alguns lances isolados, sem grande perigo, antecederam o apito do intervalo.

A Argentina pressionou nos primeiros minutos da segunda etapa, e essa pressão terminou com uma bela jogada de Higuaín que, sozinho, carimbou o travessão. Depois disso, os belgas foram ao ataque, em busca do empate, e passaram a pressionar os argentinos, que se defendiam bem.

Ataque da Argentina, já na segunda etapa.

O ritmo do jogo caiu muito. Os belgas praticamente jogavam no campo da seleção argentina, mas pouco conseguiam produzir de realmente perigoso. Aos 35 minutos, o técnico argentino, temendo levar o empate, tirou Higuaín para a entrada de Fernando Gago.

Escanteio para a Argentina.

Já nos acréscimos, Messi perdeu um gol cara a cara com o goleiro. Mas era tarde para a Bélgica fazer valer o famoso ditado de que "quem não faz leva", e o jogo terminou mesmo com a vitória argentina por 1 a 0.

Novamente, aqui há pouco espaço para a matemática. A Argentina ganhou e está classificada; a Bélgica perdeu e volta para casa. Os argentinos vão enfrentar a Holanda - que, poucas horas depois, venceu a Costa Rica nos pênaltis.

Fim de jogo, fim do meu penúltimo compromisso em jogos da Copa do Mundo - e, felizmente, o último jogo da Copa no esdrúxulo horário da uma da tarde. Hora de retornar ao lar para, finalmente, almoçar.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

CdT na Copa - Parte 5: em grande jogo, França elimina Nigéria

E a Copa continua no Campo de Terra. A última segunda-feira - por sinal, o último jogo desta Copa em Brasília em um dia de semana - reservou uma grande partida para a Capital da República. França e Nigéria se enfrentaram no Mané Garrincha, em uma daquelas partidas de mata-mata seco, em que não há muita matemática para explicar: quem perdesse, daria adeus à Copa. Quem vencesse, seguiria na disputa. A seleção francesa, que surpreendeu na primeira fase com um belo futebol, podia ser considerada favorita, mas teria pela frente uma Nigéria muito diferente daquela da Copa das Confederações, uma Nigéria que havia vendido caro o resultado à excelente seleção argentina. Esse jogo não rendeu nenhuma nova seleção para minha lista de equipes vistas ao vivo, mas ainda assim era uma chance de ver uma grande partida.

Quem esperava um jogo tranquilo para os franceses viu algo completamente diferente disso. A França era apenas ligeiramente superior. Os nigerianos conseguiam conter as investidas francesas e ainda arrumavam tempo para levar perigo à meta adversária. Emenike chegou a ter um gol anulado aos 18 minutos, e, aos 21, Pogba fez uma bela jogada e serviu Valbuena, que acabou desperdiçando a chance.

Flash do primeiro tempo, com o celular.

O jogo seguiu relativamente equilibrado até o intervalo, e os nigerianos ainda reclamaram de um pênalti não marcado. Mas as duas equipes foram para o descanso sem balançar as redes, apesar de terem feito um bom jogo.

O segundo tempo começou, e transcorreu em grande parte, com os nigerianos pressionando. Odemwingie criava boas jogadas para o time africano. Mas as chances realmente perigosas eram raras, e, no geral, com exceção de um ou outro lance, a pressão nigeriana era inócua. Destaque também para a grande quantidade de paralisações para atendimento médico nos primeiros minutos.

Escanteio para a Nigéria, já no segundo tempo.

Na segunda metade da etapa final, porém, a França pressionou, e chegou com muito mais perigo. Aos 30 minutos, Cabaye carimbou a trave, e aos 33 Benzema teve grande chance, em uma cabeçada. Aos 34, enfim veio o gol: após falha de Enyeama, goleiro nigeriano, que vinha fazendo uma boa partida, Pogba, de cabeça, abriu a conta para os franceses.

Os nigerianos sentiram o baque, e pouco perigo levaram desde então. E, aos 46 minutos, a França fechou a conta: o zagueiro nigeriano Yobo jogou contra o patrimônio e fez 2 a 0 França. Foi esse o placar final.

Aqui, o resultado do jogo dá o veredicto por si só: a França, vencedora, segue na Copa, e a Nigéria, perdedora, vai para casa. Mas os nigerianos fizeram uma grande partida, e talvez merecessem uma melhor sorte na competição. Merecem aplausos os jogadores da seleção africana, que, contra todos os prognósticos, complicaram a vida da França, como tinham feito com a Argentina. Os franceses, que terão a Alemanha pela frente, seguem na Copa com méritos.

Fim de jogo, e dessa vez voltei para casa para almoçar por lá mesmo. E, depois, ver o grande jogo entre Alemanha e Argélia pela TV.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

CdT na Copa - Parte 4: Portugal derrota Gana e decreta eliminação de ambas

E a Copa do Mundo não para aqui no Campo de Terra. A última quinta-feira brindou os brasilienses com mais uma partida pelo Mundial, envolvendo Portugal e Gana. Dentro de campo, a situação das duas equipes era muito parecida: ambas com um ponto - os africanos tinham um saldo de gols melhor -, ambas precisavam vencer, e torcer para que a partida entre Alemanha e Estados Unidos tivesse um vencedor. Ainda assim, a vaga seria decidida no saldo de gols. Se a outra partida terminasse empatada, tanto alemães quanto estadunidenses se garantiriam na na próxima fase, e portugueses e ganeses veriam o restante do Mundial pela TV. Assim, o jogo era de vida ou morte, e ambos ainda dependiam do placar do outro jogo. Do lado de fora do campo, os ganeses ameaçavam não entrar em campo, alegando dívidas da Federação com relação a premiações, e dois dos principais jogadores, Muntari e Boateng, foram afastados por indisciplina. Contornadas as ameaças, a bola rolou.

Ataque português, com a defesa de Gana protegendo.

Durante o primeiro tempo, Portugal foi ligeiramente superior, mas os ganeses também tinham suas chances. Por um tempo, o placar ficou zerado, com as equipes desperdiçando suas chances.

Briga pela bola, no ataque ganês.

Mas demorou 30 minutos para as redes balançarem: o zagueiro ganês Boye, tentando cortar um cruzamento, jogou contra o patrimônio e fez 1 a 0 Portugal.

Bola no alto.

Portugal contava com as jogadas individuais de Cristiano Ronaldo, mas os demais jogadores da equipe não estavam à altura. Os ganeses não tinham sucesso em suas ações. O primeiro tempo, assim, terminou mesmo com a vantagem mínima para os lusitanos.

Ainda Portugal com a bola.

O segundo tempo foi igualmente equilibrado. E, aos 11 minutos, Gana chegou ao empate, com Gyan. Os africanos, com esse gol, ficaram em uma boa situação, e, enquanto a Alemanha vencia os Estados Unidos, estavam a um gol de se classificarem para a próxima fase. Mas Gana não conseguiu balançar as redes, e ainda ficou atrás no marcador novamente: aos 35 minutos, o goleiro ganês espalmou a bola nos pés de Cristiano Ronaldo que, da marca do pênalti, não desperdiçou, e recolocou os lusos em vantagem.

Ainda Portugal com a bola, no ataque.

Os minutos finais foram os melhores do jogo, com as duas equipes, especialmente os portugueses, perdendo grandes chances de marcar. Mas não conseguiram, e o jogo terminou mesmo com vitória portuguesa por 2 a 1.

Defensor de Gana protege.

O resultado, porém, foi ruim para os dois times, que se despediram do Mundial. A Alemanha ratificou a vitória sobre os Estados Unidos, garantiu a primeira posição do grupo, e, no saldo de gols, os americanos superaram os portugueses e também se garantiram. Portugal e Gana, de quem se esperava muito mais, voltam para casa mais cedo. Da minha parte, coloquei os ganeses na minha lista de seleções vistas ao vivo, que chega agora a 15 integrantes.

Fim de jogo, fui com os primos Jonas e Luciano, o amigo Luiz, que veio de Mauá para ver essa partida, e meu pai, ao shopping, para finalmente almoçar. No estádio, também encontrei o amigo Estevan, do Jogos Perdidos, que tomou o caminho de Goiânia após o jogo. Após o jantar, voltei para casa, para o merecido descanso.

CdT na Copa - Parte 3 - Brasil joga mal, mas derrota Camarões e avança

E chegamos à terceira partida disputada na Capital da República na Copa do Mundo. Na última segunda-feira, foi a vez da partida mais esperada pela maior parte dos brasilienses, entre Camarões e Brasil. A seleção camaronesa, 14ª integrante da minha lista de seleções vistas ao vivo, chegou ao Brasil em crise, por conta da briga por premiações, e, em dois jogos, havia sofrido duas derrotas e cinco gols, sem balançar as redes adversárias nenhuma vez. O Brasil, com uma vitória e um empate, ainda estava longe de apresentar um futebol convincente, mas, mesmo assim, ia somando os pontos de que precisava. Chegou a essa partida ainda não classificado, mas só seria eliminado se perdesse, e o jogo entre Croácia e México terminasse sem um vencedor. Ainda assim, é claro que todos os presentes esperavam um grande jogo - e a maioria queria a vitória da seleção anfitriã da Copa.

E, apesar do bom começo dos brasileiros, criando algumas boas chances nos primeiros minutos, não se pode dizer que a seleção brasileira jogou bem na primeira etapa. Depois de poucos minutos, Camarões se acertou e conseguiu até mesmo criar algumas boas jogadas.

Panorâmica do jogo no primeiro tempo.

O Brasil dependia muito das ações individuais. E acabou chegando ao gol por meio de seu melhor jogador na partida: Neymar, após cruzamento de Luiz Gustavo, chutou no canto para fazer 1 a 0 Brasil.

Bola na área: Brasil tenta chegar na bola parada.

Surpreendentemente, os camaroneses passaram a pressionar após o gol do Brasil. Matip teve duas chances para igualar o marcador. Na primeira, carimbou a trave. Mas, na segunda, logo em seguida, não teve jeito, e ele reestabeleceu a igualdade no marcador: 1 a 1, com 25 minutos de jogo.

A bola viaja em direção ao travessão: quase o empate camaronês.

O Brasil continuava encontrando dificuldades, e criava pouco. Foi preciso uma jogada individual de Neymar para recolocar o Brasil na frente. Ele recuperou uma bola e fez bela jogada pela direita, recolocando o Brasil na frente: 2 a 1.

O Brasil ainda teve mais algumas poucas chances, mas não balançou mais as redes, e o placar do intervalo foi mesmo a vantagem brasileira por dois gols a um.

No segundo tempo, Paulinho saiu para dar lugar a Fernandinho. O time, mesmo sem ser brilhante, melhorou após essa mudança. Camarões praticamente renunciou ao jogo, e não assustou mais a seleção brasileira, que manteve a partida sob controle.

Brasil no ataque, já na segunda etapa.

E, já aos quatro minutos, Fred fez o terceiro gol do Brasil, que praticamente definiu a partida. Com o resultado garantido, Neymar acabou sendo substituído para se poupar para a próxima fase, e o Brasil apenas manteve o jogo sob controle, sem criar muita coisa. Aos 39 minutos, Fernandinho foi recompensado, e guardou o seu, fazendo 4 a 1 para o Brasil. E foi só.

Jogador de Camarões protege a bola.

Apesar da elasticidade do placar, e da bela festa da torcida, o Brasil deixou muita gente com a pulga atrás da orelha, com um futebol muito aquém do que se espera. Chegou a estar ameaçado de perder a primeira posição do grupo, enquanto o México fazia 3 a 1 na Croácia - o gol croata e o quarto gol brasileiro acabaram definindo a ponta da tabela para os canarinhos, que agora enfrentam o Chile. Camarões, por sua vez, volta para casa com a pior campanha entre os 32 participantes do Mundial, tendo sofrido três derrotas e nove gols, e marcado apenas um. Triste realidade para uma seleção que, há 16 anos, encantou o mundo em solos italianos.

Encerrada a partida, fui com a família, que havia visto o jogo comigo, à ótima pizzaria Babbo Giovanni, para jantar, e em seguida voltar para casa, para o merecido descanso.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

CdT na Copa - Parte 2: Colômbia derrota Costa do Marfim e lidera

E a Copa do Mundo continua no Campo de Terra. Após a partida entre Suíça e Equador, que teve um final emocionante, chegou a vez de ver Colômbia e Costa do Marfim se enfrentarem. Pela primeira vez neste Mundial, coloquei duas seleções na minha lista de uma vez, chegando essa lista a 13 integranes. Quanto aos times, a Colômbia, mesmo sentindo a falta de Falcão Garcia, que não participa do Mundial por contusão, começou bem, vencendo a Grécia por 2 a 1. Acima de tudo, impressionou a presença da torcida colombiana, tanto na estreia no Mineirão quanto na partida que aqui estamos descrevendo. Os marfinenses também estrearam bem, com uma virada sobre o Japão. O jogo de hoje valeria a liderança do grupo - e, como já citado, os colombianos, sabendo disso, compareceram em grande número.

Mané Garrincha, pouco depois da abertura dos portões

O jogo foi bastante movimentado no primeiro tempo. A Colômbia era ligeiramente superior, e atacava mais, mas, curiosamente, conseguia suas melhores chances de gols em contra-ataques.

Costa do Marfim com a bola: não sei se vou conseguir outro close assim nesta Copa.

Porém, apesar de toda a disposição, as duas equipes terminaram o primeiro tempo sem balançar as redes. Talvez o jogo merecesse mais gols nessa primeira etapa, mas o placar ficou inalterado.

Bola na área marfinense: apesar de todo esforço colombiano, 0 a 0 no 1º tempo.

Quando começou o segundo tempo, com um panorama semelhante ao da primeira etapa, Drogba, estrela marfinense, foi para o aquecimento, para delírio do público presente - especialmente daqueles que não torciam por nenhuma das duas seleções. Alguns minutos depois, ele acabou entrando. E, se contra o Japão a equipe africana marcou dois gols logo após sua entrada, dessa vez o efeito foi o inverso: aos 18 minutos, pouco depois da entrada de Drogba, James Rodriguez abriu a conta para os colombianos. E, aos 24, Quintero puxou ataque pela direita e aumentou a vantagem colombiana.

Briga pela bola.

Pouco depois, aos 27 minutos, Gervinho recolocou os marfinenses no jogo, diminuindo a diferença ao marcar um gol em bela jogada individual. Depois do gol, a Costa do Marfim passou a acreditar no empate, e partiu para cima, criando boas chances de gol. Mas a partida terminou mesmo com a vitória colombiana por 2 a 1.

Novamente a bola no meio de campo.

Com o resultado, a seleção colombiana manteve sua bela campanha, com duas vitórias em dois jogos. A Costa do Marfim caiu pela primeira vez no Mundial, e agora joga a classificação diante da Grécia. No balanço final, o público que lotou o Mané Garrincha presenciou um bom jogo, e uma bela festa da torcida, especialmente da colombiana.

Encerrada a partida, voltei para casa, para ver pela TV o jogo entre Inglaterra e Uruguai - e, mais tarde, Japão e Grécia. Já pensando na próxima aventura no estádio.